O Senado norte-americano retirou os planos de um limite de carbono e de uma meta de geração de energias renováveis (Renewable Electricity Standard) da nova lei climática e energética que está estagnada há meses na casa.
A decisão é um golpe na administração Obama e já rendeu comentários indignados de grupos de energia limpa.
“A rejeição do padrão nacional para energias renováveis é um ataque a todos os trabalhadores e consumidores americanos. A decisão ameaça 360 mil postos de trabalho, 85 mil já existentes e 274 mil que seriam criados pelo padrão. Nosso país demanda um novo futuro energético. Um futuro que dê ênfase a energias limpas, renováveis e que promova a redução dos custos, crie empregos e aumente nossa segurança nacional”, afirmou Denise Bode, presidente da Associação Americana de Energia Eólica.
Nenhum senador republicano apóia o novo projeto de lei a qual chamam de imposto de energia. O projeto precisa de 60% de votos para passar, os democratas contam com 57 assentos dos 100 do Senado, mas mesmo entre eles existem alguns contrários a lei.
Os senadores Lieberman e Kerry, que propuseram o projeto, estão confiantes que eventualmente a legislação de um mercado de cap-and-trade será aprovada. O projeto deve ser reintroduzido na pauta em setembro, mas a possibilidade de ser aprovado é pequena.
Pesquisas mostram que os democratas devem perder cadeiras no Senado nas eleições de novembro.
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