quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Vamos mudar o mundo ou vamos continuar com a hipocrisia

Caros amigos, Há esperança renovada na mudança climática, com 20% da eletricidade mundial sendo produzida por energias renováveis! A China investiu agressivamente bilhões em energia solar, tornando-a praticamente tão barata quanto os combustíveis fósseis. Mas, ao invés de se juntarem a este investimento, os EUA e a União Europeia podem impor tarifas sobre os painéis solares chineses, impedindo uma revolução verde. Assine a petição para acabar com essa guerra comercial e salvar a energia solar: As mudanças climáticas estão acelerando, mas há um luminoso raio de esperança: a energia limpa está bombando, produzindo quase 20% da eletricidade mundial! Inacreditavelmente, os EUA e a União Europeia estão ameaçando sufocar esse avanço -- mas juntos podemos impedí-los. Na última década, o governo chinês investiu bilhões em energia solar, fazendo o preço dos painéis despencar e fazendo a tecnologia limpa e verde ser quase tão barata quanto os combustíveis fósseis sujos. Mas os EUA e a União Europeia, que dão bilhões em subsídios dos contribuintes para energia fóssil, estão prestes a provocar uma nova alta dos preços ao impor tarifas à China, e agora a China ameaça retaliar. Uma guerra aberta comercial está sendo gestada que poderia matar a imprescindível revolução da energia verde. Os EUA e a União Europeia irão tomar uma decisão agora. A maior parte da indústria de energia solar é contra as tarifas, e é neste momento que um apoio gigante do público pode fazer a diferença. Assine essa urgente petição para salvar a energia solar – se chegarmos a 500.000 assinaturas, a Avaaz fará um pedido formal na Comissão de Comércio Internacional dos EUA e junto ao Comissário Europeu do Comércio para pedir negociações, não tarifas: http://www.avaaz.org/po/a_ray_of_hope_on_climate/?bBjLXab&v=17620 A China tem um histórico de direitos humanos e meio ambiente pobre, e sua estratégia de inundar o mercado global com produtos subsidiados pode ser considerada agressiva demais. Mas a resposta correta para isso não são tarifas, e sim investimento. Enquanto a China, União Europeia e Estados Unidos repassam bilhões de dólares para as indústrias de carvão e petróleo para destruir nosso planeta, a China também está facilitando grandes empréstimos e subsídios para a indústria de energia solar. Isto é exatamente o que outros governos não conseguiram fazer. Após a falência de uma série de fabricantes de tecnologia solar dos EUA e UE, alguns lobistas estão pressionando políticos a culparem a China, em vez de seus próprios subsídios insuficientes e inadequados. Algumas pessoas alegam que o mercado de trabalho doméstico está ameaçada pelos painéis de baixo custo chineses, mas na verdade é o oposto – especialistas preveem que as tarifas custariam 60.000 empregos apenas nos Estados Unidos. A grande maioria dos empregos no setor de energia solar fora da China são para instalação e serviços de paineis, não a produção. Portanto, painéis mais baratos significam mais trabalho e mais empregos. E menos mudanças climáticas. Hoje, o comissário de Comércio da UE deu início a uma investigação sobre as tarifas e os processos dentro da CCI dos EUA já começaram. Declarações por escrito em ambos os órgãos devem ser enviadas em alguns dias para serem analisadas. Estamos numa corrida contra o tempo para esverdear nossas economias e prevenir as catastróficas mudanças climáticas. O sucesso chinês em tecnologia verde pode ser o catalisador perfeito para que o resto do mundo aumente a produção dessa tecnologia e derrube os preços de forma sustentável. Vamos garantir que os EUA e a UE não destruam nosso raio luminoso de esperança: http://www.avaaz.org/po/a_ray_of_hope_on_climate/?bBjLXab&v=17620 No mundo que a maioria das pessoas quer, nossos governos incentivariam a energia limpa e não os repasses de nossos impostos para poluidores que fazem lucros históricos ao sujar nossa terra, ar e águas, e ao destruir nosso planeta. Hoje, podemos salvar a energia solar e dar um passo adiante para o futuro. Com esperança, Iain, Joseph, Alice, David, Julien, Emma, Ricken e toda a equipe da Avaaz

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Multa de US$ 5 bilhões de dólares para a gigante poluidora Shell

Em poucos dias, o parlamento da Nigéria pode aprovar uma multa de US$ 5 bilhões de dólares para a gigante poluidora Shell e dar início a uma lei que responsabilizaria empresas de petróleo pela primeira vez na história. O presidente apoia essa multa, mas a indústria petrolífera está intensamente pressionando os parlamentares a votarem contra a reforma. Nossas vozes podem pressioná-los a conseguir justiça para o povo da Nigéria. Junte-se a este chamado urgente agora! Em poucos dias, o parlamento da Nigéria pode aprovar uma multa de US$ 5 bilhões de dólares para a gigante poluidora Shell por conta de um derramamento de óleo que devastou a vida de milhões de pessoas, e aprovar uma lei para responsabilizar empresas petrolíferas por poluição e pilhagem. Esse é um momento crítico, e a menos que nos pronunciemos a respeito, as gigantes petrolíferas vão destruir essa oportunidade. Finalmente a indústria de petróleo terá que pagar por destruir terras férteis e gerar violência. O presidente Goodluck Jonathan apoia a aplicação dessa multa, e senadores progressistas estão fazendo pressão por regulamentações rígidas na legislação, mas as indústrias petolíferas poderão escapar facilmente, pois sem um grande apoio internacional, os parlamentares poderão se curvar diante da pressão da indústria de petróleo. Os políticos estão decidindo, neste exato momento, de que lado vão ficar. Assine esta petição urgente para o parlamento nigeriano multar a Shell e apoiar o projeto de lei e, em seguida, encaminhe esse email para todos. Quando chegarmos a 1 milhão de assinaturas levaremos nosso clamor global sem precedentes para a porta de entrada do parlamento da Nigéria: http://www.avaaz.org/po/make_shell_pay_rb/?bBjLXab&v=19283 Especialistas dizem que, todos os anos, a indústria de petróleo derrama uma quantidade de petróleo equivalente a um navio Exxon Valdez no Delta do Níger, mas como isso acontece na África, há pouca atenção na mídia. Após um vazamento na unidade de exploração de petróleo da Shell em Bonga, em dezembro do ano passado, milhões de barris de petróleo foram derramados no oceano e espalhados pela região costeira altamente populosa – isso resultou em um dos maiores derramamentos de petróleo da África. A multa e o projeto de lei que vem sendo discutidos no parlamento são uma chance única para se erguer diante da indústria do petróleo. As empresas de petróleo já lucraram US$600 bilhões de dólares nos últimos 50 anos na Nigéria, mas os habitantes nunca se beneficiaram disso. Suas terras, água potável e áreas de pesca estão arruinadas. A Shell gasta centenas de milhões de dólares por ano com forças de segurança, reprimindo protestos contra suas práticas danosas. A indústria do petróleo é crucial para a economia, mas as empresas nunca foram responsabilizadas pela devastação causada com a perfuração. Agora, o presidente da Nigéria e alguns parlamentares corajosos se pronunciaram e podem finalmente atingir as gigantes indústrias petrolíferas com multas rígidas e compensar as vítimas. Se mostrarmos a estes parlamentares que o mundo apoia esta ideia, poderemos realmente mudar a vida de milhões de pessoas. Clique abaixo para assinar a petição urgente: http://www.avaaz.org/po/make_shell_pay_rb/?bBjLXab&v=19283 Membros da Avaaz já se ergueram diante das grandes indústrias de petróleo em várias partes do mundo. Contra a Chevron no Equador, o derramamento de petróleo no Golfo do México, e pelo fim dos subsídios aos combustíveis fósseis na Rio+20. Vamos nos unir mais uma vez, agora pela Nigéria. Vamos garantir que os políticos enviem uma mensagem clara para as indústrias petrolíferas: seus dias de impunidade acabaram. Com esperança e determinação, Pascal, Patricia, Alex, Ricken, David, Rewan, e toda a equipe da Avaaz

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Três ilhas no Pacífico são as primeiras a apostar totalmente na energia solar

07 de Novembro de 2012 | 14:00h
Território de Tokelau, administrado pela Nova Zelândia, agora deixará de lado a energia gerada pelo diesel Três pequenas ilhas, que formam o território de Tokelau, serão as primeiras a serem totalmente abastecidas por energia solar. Para bancar o projeto, a Nova Zelândia, que administra o território, investiu US$ 7 milhões, segundo a BBC. "O Projeto de Energia Renovável de Tokelau é o primeiro do mundo. As três principais ilhar agora tem capacidade solar o bastante para alcançar as necessidades médias de consumo de eletricidade", afirmou o ministro das Relações Exteriores da Nova Zelândia, Murray McCully. Tokelau fica ao sul do Oceano Pacífico é formada principalemente pelas ilhas Atafu, Nukunonu e Fakaofo e tem, ao todo 10 km² de território e 1.500 habitantes. Até hoje, os moradores, que vivem basicamente de agricultura de subsistência, dependiam da energia gerada pelo diesel. "Até hoje, a produção de energia com diesel oferecia altos custos econômicos e ecológicos", explicou o ministro. Mike Basset-Smith, coordenador do projeto, também se mostrou empolgado com a implantação. Segundo ele, a novidade é muito importante para Tokelau, que agora pode investir mais no bem estar social.