sábado, 28 de novembro de 2009

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Microservidores mais verdes e potentes

Novas máquinas ficam menores e evitam o desperdício de energia sem deixar de lado o desempenho
Data centers. É aqui que boa parte da vida digital se processa. Todos os sites de internet, todos os serviços digitais que usamos em nosso dia-a-dia acabam, de um jeito ou de outro, passando por lugares como esse, com centenas, às vezes milhares de computadores. O problema é que esses computadores precisam ficar ligados o tempo todo. E, com isso, haja consumo de energia elétrica, tanto para alimentar as máquinas, quanto para manter o ambiente numa temperatura aceitável.O problema é que parte desses computadores poderosos fica ociosa bastante tempo, apenas consumindo energia à toa.Na semana passada, apareceu uma solução. A Intel mostrou a nova geração de servidores que vai chegar ao mercado em breve. Eles são chamados de microservidores. E, além de ocupar menos espaço, consomem infinitamente menos energia que as máquinas tradicionais. Tudo isso, sem abrir mão do desempenho. Toda essa eficiência tem dois segredos: os processadores e o desenho dos microservidores. Trata-se de uma evolução tão importante, que a Intel até deve liberar de royalties o desenho dos novos microservidores, numa tentativa de transformar a iniciativa num padrão para resolver esse que é um dos maiores desafios da informática atual: levar mais eficiência aos data center.

O que fazer com o seu lixo eletrônico?

Quarta-feira, 11 de novembro de 2009 às 17h17


Quando seu computador, impressora ou telefone celular são aposentados, você os descarta no lixo comum? Pois saiba que essa atitude é totalmente reprovável. Equipamentos eletrônicos possuem elementos tóxicos capazes de contaminar o solo e os rios. E de acordo com o Greenpeace, esse tipo de lixo já representa 5% de todo o lixo sólido produzido no mundo. O problema não acaba aí: a quantidade de lixo eletrônico cresce cerca de 5% ao ano - 3 vezes mais que a média de todo o lixo produzido no mundo. Isso sem contar a quantidade de gases tóxicos emitidos durante a fabricação e a utilização desses equipamentos. Pois é. O problema é muito maior do que parece.
Mas você pode ajudar. Uma forma simples é procurar saber se o fabricante do equipamento que você está descartando já oferece alguma forma de reciclagem ou coleta do produto. Neste vídeo, você encontra alguns caminhos. Também existem empresas que remanufaturam equipamentos eletrônicos, dando vida nova para equipamentos velhos. Confira algumas aqui. Doe o que é lixo para você! Ele pode ser de grande valia para outras pessoas.

sábado, 14 de novembro de 2009

Cascas de árvores absorvem poluição

Escrito por Elaine Santos em setembro - 21 - 2009

A tese que será defendida em outubro no Laboratório de PoluiçãoAtmosférica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP)mostra algo já percebido na prática pelos paulistanos. Nosso organismoestá mais protegido da poluição dentro dos parques do que nasextremidades ou fora deles.
O estudo aponta que a concentração de metais pesados no ar é maior nostrechos das áreas verdes próximos a avenidas do que no meio dos parques.O que provoca essa diferença são as árvores, principalmente as doentorno. Elas absorvem os poluentes nas cascas, funcionando como um filtro.
A constatação foi feita pela engenheira florestal Ana Paula Martins, de34 anos, doutoranda do Laboratório de Poluição da USP, que estudou porquatro anos amostras de cascas de árvores de cinco parques da capital:Trianon e Luz, na região central, Previdência, na zona oeste, eIbirapuera e Aclimação, na zona sul.
O estudo revela que nenhum deles está imune a pelo menos 11 metais, masmostra que a concentração desses elementos varia de acordo com alocalização de cada parque. O índice de chumbo no Ibirapuera, porexemplo, é de 13,5 mg/kg, enquanto no Previdência, que beira a RodoviaRaposo Tavares, a quantidade é de 3,9 mg/kg.
Para chegar aos índices, a engenheira coletou amostras de cascas dacamada externa das árvores que ficavam a 1,5 m de distância do solo. “Oar traz os poluentes, que ficam depositados nas cascas”, afirma Ana.
As árvores com maior concentração de poluentes beiram avenidas comgrande fluxo de tráfego, como a Avenida Paulista, onde fica o ParqueTrianon. Com isso, segundo a engenheira, é possível identificar os tiposde veículos que trafegam próximo a cada área verde e confirmar osefeitos nocivos do tráfego na qualidade do ar.
Ana Paula diz que o escapamento, a freada e o arranque dos carros, quesoltam pedaços de pneu, liberam partículas de metais “Enxofre, zinco,chumbo e cobre vêm da poluição veicular”, diz. A dosagem dos metais nascascas das árvores pode ajudar a listar tipos de poluentes no ar. ACetesb faz a medição somente dos gases e não indica a sua concentraçãoideal para evitar males à saúde.
“Encapar as avenidas com cobertura vegetal pode diminuir o impacto dapoluição na saúde, além de aumentar a qualidade do ar”, explica oprofessor Paulo Saldiva, médico, pesquisador do Laboratório de Poluiçãoda USP e orientador da tese de Ana, recomendando que a população troqueo carro pelo transporte coletivo para melhorar a qualidade do ar.
Inalar metais pesados pode trazer mal-estar tanto imediato, como umatontura, quanto a longo prazo, como dificuldades de aprendizado, emboranão existam estudos suficientes sobre o real impacto desses elementos nasaúde humana.
Apesar disso, o que se sabe é que essas substâncias são tóxicas para ocorpo. “Elas podem induzir a doenças como câncer e distúrbiosneurológicos”, afirma o pneumologista da Universidade Federal de SãoPaulo (Unifesp) Ciro Kirchenchteje. Já algumas partículas grandes demetais ficariam retidas nos pelos do nariz, evitando a sua inalação.“Mesmo assim, podem irritar os olhos e secar a mucosa do nariz.”Fonte: Agência Estado

Indígenas bloqueiam duas rodovias em Mato Grosso do Sul

Indígenas bloqueiam duas rodovias em Mato Grosso do Sul
Manifestantes querem que o governo faça a demarcação de uma área de 15 hectares

Cerca de 300 índios Terenas bloquearam, na madrugada desta terça-feira (6), um trecho da BR-163, no km 498 da rodovia, próximo ao Anel Viário de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. Eles reivindicam agilidade no processo de demarcação de terras indígenas no Estado.
A pista foi bloqueada com galhos e pneus queimados. Armados, os índios reclamam de uma área de 15 hectares prometida pelo governo há cerca de dois anos e que ainda não foi cedida. Outros 200 indígenas das cidades de Dois Irmãos do Buriti e de Sidrolândia devem se juntar à manifestação na rodovia ainda na manhã desta terça.
A polícia realizou um bloqueio no anel viário, na saída para Cuiabá, em Campo Grande, e orienta os motoristas que passam pelo local a utilizarem desvios. Ainda não há previsão de desocupação da rodovia.
Outro grupo de cem índios fechou a BR-262, no km 528, em Miranda. A Polícia Rodoviária Federal informou que eles estão armados com ferramentas e pedras.
Em 2007, outro protesto no mesmo local fez com que as autoridades agilizassem o processo para a demarcação, mas até hoje só foi comprovado que a terra era mesmo dos índios. Agora, os manifestantes querem que a demarcação seja feita de fato até o fim de novembro deste ano.

Publicado em 05/10/09

Amazônia perde em agosto área equivalente a metade da cidade do Rio

Amazônia perde em agosto área equivalente a metade da cidade do Rio
Pará se manteve na liderança do desmatamento e derrubou cerca de 300 km² de floresta
Do R7, com Agência Brasil

O desmatamento na Amazônia atingiu em agosto pelo menos 498 quilômetros quadrados de floresta, área equivalente a quase metade do município do Rio de Janeiro, conforme mostram os dados do Deter, sistema de detecção do desmatamento em tempo real, e foram divulgados pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) nesta quinta-feira (24).Em comparação com o resultado de agosto de 2008, quando 756 km² foram desmatados, houve redução de 35%. O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse que o Pará se manteve na liderança do desmatamento e foi responsável pela derrubada de cerca de 300 km² de floresta em agosto.Os satélites do Inpe registraram 105,2 km² de desmate em Mato Grosso e 50,9 km² em Rondônia, Estados em que não houve cobertura de nuvens no período. No Amazonas, o Inpe observou 21,7 km² de novas derrubadas e no Acre, 6,3 km². Os Estados do Amapá, Maranhão, de Roraima e do Tocantins registraram desmatamentos inferiores a 5 km².Em toda a Amazônia Legal, a área livre de nuvens correspondeu a 83% da região. “O estado do Amapá foi o que apresentou a menor oportunidade de monitoramento, pois apresentou um índice de cobertura de nuvens de 64% no período”, destaca o relatório.A medição do Deter considera as áreas que sofreram corte raso (desmate completo) e as que estão em degradação progressiva. O sistema serve de alerta para as ações de fiscalização e controle dos órgãos ambientais. O desmate medido em agosto não será levado em conta na taxa anual de desmatamento para o atual período (2008/2009). O total, calculado pelo Prodes (Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal), vai considerar o desmate ocorrido entre agosto de 2008 e julho de 2009. A estimativa do governo é de que o resultado seja o menor dos últimos 20 anos.
publicado em 25/09/2009:

Ibama aplica R$ 128,5 milhões em multas no Pará

publicado em 01/10/2009:
Ibama aplica R$ 128,5 milhões em multas no Pará
Operação Boi Pirata 2 já embargou mais de 35 mil hectares de terras publicado em 01/10/2009:
Ibama aplica R$ 128,5 milhões em multas no Pará
Operação Boi Pirata 2 já embargou mais de 35 mil hectares de terras

Desde o início da Operação Boi Pirata 2, em junho deste ano, o Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis) já aplicou R$ 128,5 milhões em multas no Estado do Pará. Nos últimos dias, segundo o Ibama, foi aplicado mais de R$ 6,1 milhões em multas na região de Novo Progresso, na divisa com Altamira, no sudoeste do Pará.


No último sábado (26), os fiscais impediram o desmatamento de 211,7 hectares de floresta amazônica, o equivalente a cerca de 210 campos de futebol. Os agentes chegaram de helicóptero ao interior da mata, onde flagraram dois homens fazendo o corte de árvores centenárias.
Na ação, foram apreendidos 60 metros cúbicos de madeira em tora, quantidade suficiente para encher três caminhões, além de dois tratores e três motosserras. O dono da propriedade, que ficou embargada para permitir a regeneração da vegetação, poderá ser multado em cerca de R$ 1 milhão por danificar a flora nativa sem licença ambiental.
A 40 quilômetros de Novo Progresso, o Ibama multou um único pecuarista em cerca de R$ 3,5 milhões pelo desmate irregular de 697 hectares. O crime ambiental foi identificado pelo Deter (Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real), Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), e comprovado pelos fiscais. Na mesma região, o Ibama ainda autuou em R$ 2,3 milhões uma fazenda que, também no primeiro semestre deste ano, destruiu 454 hectares de mata nativa amazônica.
A Boi Pirata 2 já embargou mais de 35 mil hectares de terras. A operação combate o desmate para a atividade pecuária em áreas protegidas na Amazônia Legal. Com o apoio da Força Nacional e do Batalhão de Polícia Ambiental, os fiscais já apreenderam 628 bois e 101 ovelhas, que serão doados ao Programa Fome Zero, do Governo Federal, e notificaram a retirada de cerca de 20 mil cabeças de gado criado em terras proibidas, como as desmatadas irregularmente ou no interior da Floresta Nacional do Jamanxim.