25 de outubro de 2010 | 12h 13
A revitalização do Parque da Água Branca causa polêmica desde o início. Em abril, quando a primeira-dama Deuzeni Goldman apresentou o plano da reforma, a praça de alimentação foi alvo de críticas dos moradores, que temiam que o local ficasse “como um shopping”.
Em agosto, um suposto corte irregular de árvores culminou no embargo da reforma no mês seguinte pelo MP, que constatou ainda problemas nos tanques do lago e a demolição de um prédio anexo à mina de água. As obras foram liberadas no fim de setembro, quando o parque passou a funcionar até as 22h.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
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